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quarta-feira, 5 de outubro de 2011

14 de outubro | Virada Multicultural do Recife

Neste mês de outubro, do dia 14 ao dia 16, acontece a 1a Virada Multucultural que começa em Recife e irradia-se uma conexão entre Pernambuco, Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe. 



São 48 horas de música, artes cênicas, cinema, literatura, artes visuais, gastronomia e atividades formativas e recreativas, espalhadas por diversos equipamentos culturais do Recife: mercados, parques, ruas, museus, cinemas e teatros.

Confira a programação e mais informações aqui ô.

terça-feira, 24 de maio de 2011

domingo 29/05 | show de Makely Ka + Alessandra Leão


Cavalo Motor é o nome da turnê e do segundo CD solo do poeta e compositor Makely Ka. É um trabalho de pesquisa de linguagem poético-musical com composições autorais e influências diversas que prima pelo arrojamento e pela originalidade. 

Autodidata, Makely desenvolveu uma poética musical própria, amalgamando elementos da tradição ibérica a novas linguagens sonoras urbanas. Considerado um dos mais irrequietos criadores da cena mineira, Makely propõe com este novo trabalho a idéia-conceito de uma máquina rítmico-poética que seja capaz de encadear os bits eletrônicos com a pulsação cardiovascular e os sinais elétricos do sistema nervoso. 

Na sua máquina orgânico-sintética o artista elabora melodias mesclando elementos da tradição popular e oral do norte e nordeste de Minas como trava-línguas, emboladas e parlendas. O artista recorre a  métodos modernos de construção melódica e poética, desenvolvidos a partir dos movimentos de vanguarda do início do século passado, em particular o dada e o futurismo russo, a polirritmia e a melodia de timbres, tudo isso aplicado dentro do universo da canção.

Com uma formação básica de violões, Makely mostra no palco sua pegada peculiar ao violão, uma interpretação visceral e toda sua verve crítica com muito humor e despojamento. 

Neste primeiro show no Recife, Makely conta com a participação da cantora e musicista pernambucana Alessandra Leão. Alessandra iniciou sua carreira em 1997 com o grupo Comadre Fulozinha e atuou ao lado de músicos como Antônio Carlos Nóbrega, Siba, Silvério Pessoa, Zé Neguinho do Coco, Kimi Djabaté (Guiné Bissau), Florencia Bernales (Argentina), entre outros. 

Em 2006, Alessandra deu início ao seu trabalho autoral, com o elogiado Brinquedo de Tambor. Seu segundo CD solo, Dois Cordões produzido e arranjado por Caçapa e lançado em 2009, consagrou essa artista como uma das mais interessantes da cena pernambucana, com um trabalho entre tradição e contemporaneidade.

foto: Beto Figueiroa - Santo Lima


Saiba mais: 
Makely Ka:
Alessandra Leão:

show de Makely Ka 
com participação especial de Alessandra Leão
domingo 29 de maio
18h
ingresso: contribuição espontânea

sexta-feira, 8 de abril de 2011

sábado 16/04 | O Baile dos Seres Imaginários

Um grupo de amigos envolvidos com a produção de um espaço literário no Festival de Inverno de Garanhuns, PE – FIG 2009, resolveu se unir para montar um grupo que facilitasse o encontro do público infanto-juvenil com a literatura, sobretudo a poesia. A música sempre esteve inserida em esse trabalho com violão, pífano e percussões, bem como sinos e instrumentos de brinquedos. Assim nasceu a banda O Baile dos Seres Imaginários.     
 
Balé, Balaio é o terceiro e atual projeto de O Baile dos Seres Imaginários. De dentro desse Balaio o grupo tira ciranda, reggae, rock, samba, blues, entre outros ritmos que trazem como temática os brinquedos e brincadeiras, assuntos da atualidade e mundo da imaginação. Os artistas usam instrumentos convencionais como violão, baixo, guitarra, percussão e pífano harmonizados aos instrumentos de brinquedos e aos ruídos produzidos por diversos objetos.

Entre uma canção e outra, o grupo brinca com textos de poetas como Manuel Bandeira, Cassiano Ricardo, Roseana Murray, Mário Quintana, Manoel de Barros, que juntam-se à canções de autoria própria e aproximam o público do universo recriado pela literatura e pela unidade que há entre esta e a música.
fotos: Val Lima e Santo Lima
A experiência do Baile dos Seres Imaginários vai além do show, mesclando poesia e música, é uma performance lúdica em que contam histórias, tanto para divertir um público infantil quanto para encantar um público adulto que se identifica com as músicas, histórias e poemas. O Balé, Balaio convida os espectadores à dança: o balaio de brinquedos, músicas, poesias e histórias fica por conta dos Seres Imaginários, e o balé quem faz é o público. 
 
Os Seres Imaginários são: 

Debora Pimenta | voz e percussão apimentada
Tutinho | guitarra, pífano e barulho de passarinhos
Rafael Silva | contrabaixo e dreads balançando
Rodrigo Pescador | voz, apito, sino e poesias na ponta da língua
Érica Verços | voz, contação de histórias e a chave de outros mundos
Maria Clara | voz, caras e bocas
Carol Mota | violão e dancinhas sincronizadas
Luiz Pimenta | percussão e alguns ruídos inexplicáveis

Pare, escute, veja:
 


show "Balé, balaio"
O Baile dos Seres Imaginários
sábado 16 de abril
20h
ingresso: contribuição espontânea

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

segunda 28/02 | Recital de poesia homoerótica


Neste evento será realizado  pela primeira vez no Recife um recital de poesia homoerótica junto com uma leitura de textos sobre o mesmo tema. 

Seguindo o cronograma de eventos e debates em torno do livro Tríade de Raimundo de Moraes – lançado no Recife em novembro passado –   o performer Biagio Pecorelli vem ao Muda incorporar mais uma vez as três vozes que perfazem o livro: Aymmar Rodriguéz, Semíramis e o próprio Raimundo.
 
Após a apresentação de Biagio, microfone estará aberto para os participantes e haverá noite de autógrafos para o relançamento do Tríade, publicado através de projeto do Funcultura (MinC/Fundarpe).

 
Recital e leituras - Triade de Raimundo de Moraes
com presença de Biagio Pecorelli e escritores convidados
segunda-feira 28 de fevereiro
a partir das 19h
entrada franca

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Rhaissa Bittar... repercussões!

Nossa, esse show de Rhaissa Bittar aqui na semana passada foi incrível!! A moça e seu malandro Daniel Galli fazem um espetáculo mesmo, cheio de graça e de fineza, além de, claro, boa música. Quem estava aqui, sabe, quem não estava viu trechos no Youtube.


Legal foi para nós observar que, além de um momento lindo aqui, esse show está tendo repercussões bacanas, para Rhaissa e sua turma e para todos nós, publico encantado. 

Assim, Rhaissa Bittar vai participar de Rec Beat (polo "alternativo" do carnaval do Recife - para nossos leitores de fora!). Seu show será na segunda. Confire a programação do festival aqui.

Outra pérola que a apresentação no Muda contribuiu a gerar foi este texto do próprio Daniel, enviado para a Rainha do Maracatu publicado no blog "Para me enlouquecer é mais caro". Não me pergunte, não sei qual foi o rolo...

Reproduzindo então aqui o post de lá:

Quinta-feira, Fevereiro 17, 2011

Como fazer uma aquariana chorar em 30 segundos

Email de Daniel Galli, músico e compositor talentosíssimo que assina quase todas as músicas do CD de sua diva, Rhaissa Bittar.

Me ajuda Louro do Pajeú
(Daniel Galli)

Pra agracer Pernambuco
Recorro à arte do “louro” (do Pajeú)
Meio manco, meio duro
Me arrisco feito calouro
Em Recife, eu lhes juro
Não vi lama, só vi ouro

Minha chapa caiu no MUDA
Com tanta gente arretada
O sol a pino era pinto
Junto da noite estrelada
Era tanto calor humano
Que a viola tava suada

E já no meio do show
Quase não acreditava
A cada nota de Rhaissa
Todo mundo revidava
E quanto mais o povo ria
Mais o violeiro se achava

Eu e ela ali no palco
Parecia até mentira
Era um gelo na barriga
Que até então nunca sentira
Eu pensei com o ego inchado
Daqui ninguém me tira

Mas tudo na vida finda
Bolo de rolo, filme bom e dente
Eu fiz tudo o que podia
Pro tempo parar com a gente
Mas o bicho tava avexado
Saiu de junto de repente

Já na terra da garôa
Bebericando um bom vinho
Senti o peito afolosado
E derramei um chorinho
Queria ter aqui do lado
Iara, Beto, Paulinho...

Tava eu borocochô
Tava nessa frescurite
Quando recebi a nova
Se quiser, não acredite
A Rhaissa foi chamada
Pra tocar no Recbeat

Vou berrar aos quatro cantos
O que antes já falara
Eu tô muito agradecido
A três cabra jóia rara
Virados no molho de coentro
Paulinho, Beto e Iara.

Enfim, era só para compártilhar nossa alegria de ter participado um pouco de tudo isso... esperando que seja só o início de uma longa lista de acontecimentos e de músicas inspiradas!

 
 
 
fotos: Joanna Calazans


quarta-feira, 7 de julho de 2010

7 de julho | 19h | Lançamento Interpoética e curta "Psia!"


Abrindo as comemorações de 5 anos de existência, o Interpóética - portal de literatura pernambucana e primeiro ponto de cultura virtual do estado - faz lançamento de sua nova plataforma.

Junto com o lançamento do Interpoética, exibição do curta "Psia!" de Mariane Bigio.

A entrada é franca; arrecadação de donativos para as vítimas das chuvas. 


Lançamento Interpoética + curta "Psia" de Mariane Bigio
quarta 7 de julho 19h
- entrada franca -

segunda-feira, 22 de março de 2010

Degustação poética em formato de livro, dia 26 de março


Dia 26 de março, as 19h, tem degustação poética em formato de livro.
BABA DE MOÇO, de Aymmar Rodriguéz.

Um livro degustativo: Muita fruta, sabores, cardápios subliminares. Um livro em forma de compota, algo até então inédito. 

A Livrinho de Papel Finíssimo originalmente nasceu em 2007, no Recife. Com mais de dez títulos publicados, a proposta da Livrinho casou com a proposta do Baba de Moço: através de pequenas tiragens, tornar a literatura acessível aos leitores interessados em boa poesia. Seus atuais editores são o jornalista e poeta André Telles, o designer gráfico Camilo Maia, a arte-educadora Leta Vasconcelos e a produtora cultural Sabrina Carvalho.